UM CASO DE REENCARNAÇÃO


ELIAS VOLTA COMO JOÃO BATISTA



Quando Jesus disse que Elias já teria vindo e que ninguém o reconheceu, muitos interpretam que João era inspirado por Elias e não que era o próprio profeta. Mas essa identificação dos dois personagens sendo a mesma pessoa mostra também um outro aspecto, a Lei de Causa e Efeito. Na figura de Elias, mesmo falando em nome de Deus, ele cometeu alguns excessos e violências em sua época. Posteriormente, o seu espírito veio na figura de João Batista para preparar o povo para receber as palavras do Messias. Entretanto, pelo fato de ter cometido os excessos em sua vida anterior, veio resgatar parte de seus débitos sofrendo a decapitação por ordem de Herodes, a pedido de Salomé, que o agradou numa apresentação de dança, manobrada ardilosamente pela sua mãe, Herodíades.Note-se a analogia das circunstâncias: na ocasião em que era conhecido como Elias, enfrentou a rainha Jezabel, tendo-a vencido pelos poderes, matando os sacerdotes e suprimindo o culto ao deus Baal. Na segunda ocasião, já como João Batista, ele é morto por maquinação também de uma rainha.O conceito de reencarnação fazia parte das crenças judaicas. Esse conhecimento dos judeus só foi ampliado no momento em que Jesus trouxe-lhes mais informações sobre o processo reencarnatório. No diálogo entre Nicodemos e o Mestre podemos observar a atenção dada ao assunto: “Mestre, sabemos que vieste da parte de Deus para nos instruir como um doutor; porque ninguém poderia fazer os milagres que fazeis, se Deus não estivesse com ele. Jesus lhe respondeu: Em verdade, em verdade vos digo: Ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo. Nicodemos lhe disse: Como pode nascer um homem que já está velho? Pode ele entrar no ventre de sua mãe, para nascer uma segunda vez? Jesus lhe respondeu: Em verdade, em verdade vos digo: Se um homem não renascer de água e de Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é Espírito. Não vos espanteis do que eu vos disse, que é preciso que nasçais de novo. O Espírito sopra onde quer, e ouvis sua voz, mas não sabeis de onde ele vem e para onde ele vai. Ocorre o mesmo com todo o homem que é nascido do Espírito. Nicodemos lhe respondeu: Como isso pode se dar? Jesus lhe disse: Que! Sois mestre em Israel e ignorais essas coisas? Em verdade, em verdade vos digo que não dizemos senão o que sabemos, e que não testemunhamos senão, o que vimos; e, entretanto, vós não recebeis nosso testemunho. Mas se não me credes quando vos fato das coisas da Terra, como me crereis quando vos falar das coisas do céu?” (João 3:2-12).Como nota de esclarecimento, é preciso identificar o significado da palavra água no texto. O renascimento “de água” e “de espírito” é nada mais do que a retomada da experiência física, cuja constituição é eminentemente líquida. Portanto, o renascer de água é reencarnar e o renascer de espírito é evoluir, progredir moralmente.


Layla Toledo

CRISTO - O MÉDICO DAS COSCIÊNCIAS



CRISTO - O MÉDICO DAS CONSCIÊNCIAS


Amigos, pensem no Espírito do Cristo abraçando invisivelmente a humanidade.Meditem no amor incondicional que ajuda a todos, sem jamais julgar alguém.Uma energia serena, generosa, que não vê raça, religião, sexo ou condição social.Uma emanação secreta, longe da percepção comum, que eleva a consciência.Um toque do Alto no coração – pura harmonia.Pensem na luz suave que dissolve as crostas do egoísmo e purifica as energias.Pensem que o Cristo é seu médico secreto. Ele sabe de suas dores e de suas dificuldades...Ele conhece cada um de vocês, desde sempre.Com o bisturi do amor, Ele extirpa os tumores do egoísmo e da arrogância.Ele é o convênio secreto de vocês... e o seu plano de saúde é celeste.E não tem carência alguma, pois vigora desde sempre.Agora, só falta vocês pensarem Nele.Então, pensem no Espírito do Cristo abraçando silenciosamente a humanidade.Ele opera com as luzes espirituais, para despertar as consciências.Pensem Nele... Pensem Nele... Pensem Nele...- Dr. Jorge –(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – São Paulo, 28 de abril de 2007.)