Faça o Bem

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Faça o Bem




Um homem muito rico morreu e foi recebido no céu. O anjo guardião levou-o por várias alamedas e foi lhe mostrando as moradias. Passaram por uma linda casa com belos jardins. O homem perguntou: - Quem mora aí? - É o Raimundo, aquele seu motorista que morreu no ano passado. O homem ficou pensando: "Puxa! o Raimundo tem uma casa dessas! Aqui deve ser muito bom!".Logo a seguir, surgiu uma outra casa ainda mais bonita: - E aqui, quem mora? - Aqui é a casa da Rosalina, aquela que foi sua cozinheira. O homem ficou imaginando que, tendo seus empregados magníficas residências, sua morada deveria ser, no mínimo, um palácio. Estava ansioso por vê-la. Nisso, o anjo parou diante de um barraco construído com tábuas e disse: - Esta é a sua casa! O homem ficou indignado! - Como é possível? Vocês sabem construir coisa muito melhor!!! - Sabemos, respondeu o anjo, mas nós construímos apenas a casa. O material é selecionado e enviado por vocês mesmos. Você só enviou isso! Cada gesto de amor e partilha é um tijolo com o qual construímos a eternidade. Tudo se decide por aqui mesmo, nas escolhas e atitudes de cada dia.



Diabetenet




Percepção da realidade

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Percepção da realidade


Certa vez, numa cidade do interior, chegou um grande circo. Quatro cegos, passeando juntos, aproximaram-se do local onde o domador estava cuidando de um dos elefantes do circo. Pararam e perguntaram ao domador se podiam tocar no animal, ao que ele concordou.
Um deles, mais alto, de braços erguidos, bateu na orelha do elefante; outro, encontrou a barriga; o outro apalpou a perna e o quarto segurou a tromba. Logo depois voltaram ao seu passeio satisfeitos, porque agora sabiam o que era um elefante. E foram conversando, até que pararam numa pracinha, sentaram-se num dos bancos e começaram a discutir sobre o elefante:
- Elefante é apenas uma espécie de ventarola grande, felpuda no meio e rugosa - disse o cego alto.
- Nada disso - retrucou o que examinou a tromba - eu examinei cuidadosamente o bicho. Trata-se de um tubo maleável, pesado, forte e que se movimenta o tempo todo.
- Tudo errado! - falou o que tocara a perna - eu constatei que é uma pilastra firme e forte.
- Eu acho que vocês estão loucos - corrigiu o que apalpara a barriga - não perceberam que o elefante é como um enorme casco de navio, áspero e vivo!?
E as discussões se seguiram, sem é claro, chegarem a nenhuma conclusão.

Moral: Quanto menos parcial for a nossa percepção da realidade, mais chances temos de nos aproximar do todo e melhor entendermos a realidade à nossa volta. E, ainda, se não somos flexíveis e procurarmos entender as razões do outro, não poderemos rever as nossas percepções e chegar a novos aprendizados.

Autor Anônimo

Educação e o fascínio da fama

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Educação e o fascínio da fama

Revestir uma pessoa de fama precoce é correr o risco de destruí-la. Nem para os adultos é fácil lidar com perdas. Todos nós construímos uma auto-imagem, adornada por funções, posses, talentos e relações familiares e sociais. Basta um desses aspectos ficar arranhado para irromper a insegurança.

Por isso, o desemprego, que aumenta com as políticas neoliberais, é tão humilhante. Perdem-se a identidade social, a qualidade de vida, a segurança quanto à sobrevivência da família. Já reparou quando apresentam você a uma pessoa? Não é suficiente saber-lhe o nome. Há curiosidade em conhecer o que ela faz, em que trabalha. (Diz a piada que, em São Paulo, pergunta-se em que a pessoa trabalha, para saber quanto ganha. Em Minas, qual o sobrenome, para saber se é de boa família. E, no Rio, o melhor é não perguntar nada, para não dar confusão.)

A falta de emprego é como o chão que se abre sob os pés. Entra-se em depressão. Porque emprego significa salário que, por sua vez, representa a possibilidade de aluguel, alimentação, saúde, educação, etc.

Há pais que nutrem nos filhos falsos ideais: destacar-se como modelo numa passarela, tornar-se desportista de projeção, alcançar a fama como atriz ou ator. O sonho congela-se em ambição e a criança passa a dar-se uma importância ilusória. Ainda que alcance dois minutos de fama, como dizia Andy Warhol, os tempos de vazio na platéia são infinitamente maiores que os momentos de aplausos.

O adolescente mergulha no estresse de corresponder à expectativa. Tem de provar a si e aos outros que é capaz, o melhor ou a mais charmosa e inteligente. Passa então a viver não em função dos valores que possui, mas do olhar do outro. Convencido de que é o supremo - e incapaz de enfrentar o desmoronamento de seu castelo de areia -, ele recorre ao sonho químico, à viagem onírica, ao embalo das drogas.

A família, perplexa, se pergunta: como foi possível? Logo ele, tão inteligente! Foi possível porque a família confundiu brilhantismo com segurança. Considerou-o um adulto precoce. Exigiu vôo de quem ainda não tinha asas crescidas. Deixou de dar-lhe atenção, colo, carinho. Os diálogos em casa passaram à instância da mera funcionalidade: mesada, compras, viagens, problemas escolares, pequenas exigências da administração do cotidiano.

A construção da personalidade é um jogo de relações e comparações, arte mimética de abraçar como modelo aquele que merece a nossa admiração. Hoje, as figuras paradigmáticas não se destacam pelo altruísmo dos ícones religiosos (Jesus, Maria, José, Francisco de Assis, etc.) ou de personalidades como Gandhi, Luther King, Che Guevara e Teresa de Calcutá. A estética do consumo rejeita a ética dos valores.

Famílias e escolas deveriam educar seus alunos para lidar com perdas. Afinal, morrem não só pessoas, mas também sonhos, projetos, possibilidades. A mídia deveria dar destaque a pessoas altruístas. Contudo, como esperar que se enfatize a solidariedade num mundo regido pela competitividade? Como falar de modéstia em tempos de exibicionismo? Como valorizar a partilha se tudo gira em torno da lógica da acumulação?

As drogas não se transformaram na peste do século só por culpa do narcotráfico. Elas são uma quimérica tábua de salvação nessa sociedade que relativiza todos os valores e carnavaliza até a tragédia humana. Não se culpe, indagando onde você errou, como professor ou pai. Pergunte-se pelos valores da sociedade em que vive. E o que faz para mudá-los.

Frei Betto

Amadurecer é também colocar-se no lugar do outro

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Amadurecer é também colocar-se no lugar do outro


Nosso crescimento emocional vai possibilitar a sustentação e valorização de nossas relações interpessoais (amorosas e sociais). O respeito deve permear todas as nossas relações pessoais: pais e filhos, marido e mulher, amigos, namorados, parceiros de trabalho, afinal, todos merecem respeito e, evidentemente, a reciprocidade se faz necessária.

Enquanto vivermos em sociedade precisamos lembrar da antiga porém valiosa máxima, "meu direito termina onde começa o do outro", mas, infelizmente, nem todos foram acostumados a reconhecer seus próprios limites e, assim, ocasionam conflitos e até mesmo o rompimento de valiosos vínculos amorosos.O limite entre o nosso respeito e o do outro é extremamente frágil e é importante reconhecer os sinais que podem nos alertar a prestar mais atenção no outro e principalmente reconhecer que, apesar de"parecidos", somos pessoas "diferentes" . Então, às vezes torna-se difícil nos colocarmos no lugar do outro, uma vez que sempre carregamos nosso código de valores e muitas vezes exigimos do outro um comportamento ou atitude igual à nossa e, assim, entramos no outro com a "nossa" alma. Desta forma, podemos julgar inadequadamente determinadas condutas pelo simples fato de serem diferentes daquela que teríamos, além de esquecermos que é impossível prever o tipo de reação que uma pessoa teria frente à uma certa situação. Esquecemos que o outro é um ser independente de nós, que carrega consigo sua história de vida, suas dores e feridas, sucessos e fracassos, ressentimentos, ilusões, receios, sonhos, etc. Imaginar o que se passa dentro do outro pode gerar sérios enganos sobre a outra pessoa e ainda gerar imensa angústia e decepção se formos tratados inesperadamente de maneira ríspida, indiferente ou até mesmo agressiva pois, afinal, como é possível uma atitude tão oposta daquela que merecemos, ou ainda, como pode alguém agir de forma tão divergente da nossa?

Realmente é difícil aceitar que não sabemos conviver com a verdade de que somos diferentes uns dos outros e que experimentar a dor pelo fato de o outro não se comportar de acordo com nossas expectativas é prova de inexperiência emocional. Seria interessante mudar a nós mesmos e deixar de esperar que o outro se comporte sempre de acordo com nossas idéias e convicções. Ao entender as diferenças entre as pessoas, poderemos articular mais saudavelmente nossa capacidade de tolerância diante dos mais variados pontos de vista e trocar aquilo que imaginamos ser ofensas por diferenças de opinião.


Diabetenet

Coisas do coração

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Coisas do Coração

Para viver intensamente, de verdade mesmo, precisamos estar conscientes da beleza, do ritmo e da expressão mais criativa que podemos manifestar nos momentos de inspiração.

Temos um poeta dentro de nós que às vezes se manifesta, outras, não...

Ele pode saltar de alegria e se expressar quando notamos a grandeza da vida e sintetizamos em linguagem clara e simples tudo que vem do coração.

Você, mais do que ninguém, sabe achar a exatidão das coisas nos atos mais simples daquilo que faz diariamente.

Pode ser um beijo, um abraço fraternal ou um simples olhar dirigido ao desconhecido que passa ao lado.

Tudo isso é válido, desde que seja verdadeiro.

Almas perfumadas

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Almas perfumadas

Tem gente que tem cheiro de passarinho quando canta. De sol quando acorda. De flor quando ri...

Ao lado delas, a gente se sente no balanço de uma rede que dança gostoso, numa tarde extensa, sem relógio e sem agenda.

Ao lado delas, a gente se sente comendo pipoca na praça, lambuzando o queixo de sorvete. Melando os dedos com algodão doce, da cor mais doce que tem pra escolher.

O tempo é outro... Tem gente que tem o cheiro das estrelas que o Criador acendeu no céu e daquelas que conseguimos acender na Terra.

Ao lado delas, a gente não acha que o amor é possível: a gente tem certeza.

Ao lado delas a gente se sente visitando um lugar feito de alegria. Recebendo um buquê de carinhos. Abraçando um filhote de urso panda.

Ao lado delas, saboreamos a delícia do toque suave que sua presença sopra no nosso coração.

Tem gente que tem cheiro de cafuné sem pressa. Do brinquedo que a gente não largava. Do acalanto que o silêncio canta. De passeio no jardim.

Ao lado delas, a gente percebe que a sensualidade é um perfume que vem de dentro.

Ao lado delas, a gente lembra que, no instante em que rimos, uma grande paz toma conta de nós. E a gente ri grande que nem menino arteiro.

Sua alma é "perfumada"? Você também pode ser assim...

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ANTES DE JULGARES

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ANTES DE JULGARES

Antes de julgares,
saiba que teus olhos atentos
aos possíveis erros dos outros
podem estar cegos diante dos teus.

Antes de julgares,
percebe que aquilo que
tanto recriminas hoje,
talvez precise ser a tua
realidade de amanhã.

Antes de julgares,
repara que toda história
tem duas versões e duas
versões são duas verdades.

Antes de julgares,
aceita que invariavelmente
uma parte, por menor que
seja, de uma história, tu
não terás acesso.

Antes de julgares,
entende que não serão mil
bocas que te esclarecerão
qualquer coisa, elas apenas
te confundirão.

Antes de julgares,
escuta o silêncio, ele costuma
fornecer grandes dados.

Antes de julgares,
observa os olhos, eles são
mais reveladores do que as bocas.
Eles deixam provas
irrefutáveis da verdade.

Antes de julgares,
presta atenção à tua volta.
Quantos foram condenados
injustamente por mestres
em julgamento?

Antes de julgares,
lembra que tu mesmo já
foste vítima de calúnias e
por vezes não tiveste
como te defender delas.

Antes de julgares,
olha-te no espelho,
observa com atenção o
teu semblante, pensa na
tua vida pregressa e questiona-te
se estás em condição de julgar alguém.

Antes de julgares,
recorda-te que Cristo
foi julgado, condenado e
crucificado sem direito à defesa.

(Desconheço a autoria)

Corações Plastificados

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Corações Plastificados

A relação amorosa perfeita que a grande maioria das pessoas procura é proveniente de um sentimento mágico e irreal existente nos inúmeros contos de fadas ou filmes que apreciamos no decorrer de nossas vidas por pertencerem ao mundo dos sonhos. Sem perceber a confusão mental que muitas vezes ocorre sobre o que é amor e o que não é, torna-se difícil distinguir amor e anseio, amor e paixão, ocasionando assim as famigeradas dores amorosas ou desconfortos emocionais.

Steven Carter, em seu livro "A coragem de amar", expressa claramente: "Assumir um compromisso com a pessoa que amamos significa envolver-se em uma situação de risco em que nosso frágil coração pode se machucar e ainda podemos ficar presos a um relacionamento do qual poderemos nos arrepender mais tarde. Se vamos viver uma experiência íntima, nosso coração tem de ser tão valente quanto amoroso." A ousadia também é necessária, afinal, presume-se que, em certos momentos, precisaremos optar entre a cervejinha com os amigos, ou aquela conversa tão planejada com o amigo que nos entende até a alma, e o compromisso amoroso . Desmarcar compromissos, assumir para amigos e principalmente para nós mesmos nossas escolhas, é algo que exige ousadia. Tudo isso, considerando que nossa privacidade não está sendo invadida... realmente não é tarefa das mais simples.

Algumas pessoas não são capazes de manter relacionamentos verdadeiros, resistem a assumir compromissos e, ao notarem sua vulnerabilidade frente à determinada ligação amorosa, afastam-se definitivamente sem explicações ou convidam o parceiro para um confronto (briga) a fim de viabilizar uma forma do mesmo terminar a relação. Faltam motivos e coragem para assumir o desligamento de um namoro. Daí a necessidade de "passar a bola" para o outro, pois assim, talvez o sentimento de culpa seja um pouco menos intenso.

Mas o que favorece comportamentos auto-destrutivos ou negativos, que impedem que a pessoa experimente a alegria de ser feliz em uma relação amorosa? A ausência de nosso conhecimento interior, ou seja, não saber quem realmente somos em nossa essência acentua o vácuo entre nós e o outro. É comum o uso de emoções de disfarce para satisfazer ou causar "boa impressão" a todos que nos cercam. Assim, vamos esquecendo quem somos nós, quais nossas vontades reais e, infelizmente, os nossos mais preciosos sonhos.

Cada vez mais vamos deixando de lado nossa criança interior em nome de conquistas consideradas "imprescindíveis" no mundo dos adultos. Desta forma, administrar as emoções torna-se tarefa complicada, tal como a expressão de nossos sentimentos. Passamos a conhecer aquele medo danado de sermos abandonados ou ridicularizados ao manifestar a alegria de compartilhar a vida com quem gostamos de verdade.

Geralmente, a procura por alguém ideal que venha trazer a felicidade, seguindo acima de tudo o coração e deixando a razão de lado, ou talvez a imensa carência amorosa que facilita o doar, a entrega total e descabida, além da falta de limites, faz com que as decepções ocorram freqüentemente. Diante das inúmeras desilusões, muitas pessoas plastificam seus corações sem antes considerar sua própria responsabilidade, permissões e poderes inadequados que deram ao outro. É mais fácil, então, assumir uma posição de vitimosidade e, ao mesmo tempo, isolar-se e na maioria das vezes negar-se a aceitar o amor. Aliás, podemos afirmar que tal comportamento não é privilégio de alguns, mas de quase todos nós, afinal, no decorrer de nossa história de vida, com certeza não soubemos aceitar o amor e experimentamos o quão difícil é deixar que alguém nos ame de verdade, pelo simples fato de não nos sentirmos merecedores.

O importante é tomar consciência de que trazemos impressos em nossos corações "experiências" doces, amargas, tristes, suaves, sensações infinitamente indescritíveis desde nossa infância e que, ao longo de nossa história de vida, tornaram-se "marcas". Porém, apesar de tatuados, nossos corações são saudáveis e estão à espera daquele amor básico, humano, real e bem-sucedido!

Impermeabilizar nossas lágrimas decididamente não é a saída mais saudável. O choro de dor ou alegria amorosa faz parte do crescimento emocional de todos os seres humanos.

Não é preciso plastificar o coração com medos, rancores, dores, desilusões e fraquezas para proteger-se. Temos a capacidade de amar e impedir que o outro nos faça sofrer. Fazer uso da sinceridade, de nossas emoções autênticas, revelar quem realmente somos, valorizar nossas qualidades, reconhecer nossas limitações e o que desejamos conquistar em nossa vida amorosa são ingredientes essenciais para destruir as couraças que, por vezes, construímos inconscientemente. Decididamente seria bem mais interessante confiar no amor e, acima de tudo, em nós mesmos e em nossa potencialidade de progredir na arte de amar


Diabetenet.

Deixe o passado no passado

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Deixe o passado no passado

Seus fracassos e decepções estão todos no passado. Eles nada têm a ver com o que você deseja conquistar a partir de hoje.

Você começa cada dia como uma folha em branco. Cada momento é uma oportunidade de começar a transformar seus sonhos em realidade.

O que já passou não importa mais. Sim, o passado trouxe você até aqui. Mas agora seu caminho se divide em infinitas direções e você pode escolher qual delas deve seguir.

Aprenda com o passado e deixe-o para trás. Desejar que tivesse sido diferente é perda de tempo e energia.

Continuar convivendo com as limitações do passado é desperdiçar o enorme potencial da sua vida.

Seu passado não define quem você é ou o que você pode conquistar. Quem decide isso é você.

Autor Anônimo

Vivendo e aprendendo

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A vida não precisa ser sempre dolorosa, mas a dor continua sendo a principal razão pela qual mudamos. quando não dói, nós podemos fingir. Nosso ego diz: “estou muito bem”. Quando as coisas doem o suficiente – por exemplo, quando estamos sozinhos a tempo suficiente, ou suficientemente amedrontados, nos tornamos vulneráveis. Aí, nosso ego já não tem resposta e nós nos abrimos. A dor nos anima a levas as coisas à sério. Tá certo que é sempre mais fácil filosofar sobre a dor alheia. Mas quando chega a hora dos nossos próprios desafios, não ficamos tão entusiasmados assim, e dizemos: “meu Deus, por quê?” Nós também podemos olhar para a vida e dizer: “se não fosse o marido indolente e esses filhos endiabrados eu poderia cuidar do meu crescimento pessoal”. Errado! Eles são o seu crescimento pessoal. As pessoas que fazem parte de nossa vida são os nossos professoras. Os maridos que roncam e deixam a porta do armário aberta; os filhos “ingratos”; os vizinhos que estacionam na frente da sua garagem... Se sua esposa o irrita, significa que o seu projeto é lidar efetivamente com a irritação. E você conta com a pessoa perfeita para ajudá-lo a fazer isso dentro de casa mesmo. A sua mulher! Você pode até dizer: “Vou acabar com isso; vou me divorciar!” Num primeiro momento essa atitude pode até resolver; mas só enquanto você não se casar de novo com outra que o irrite tanto quanto ela. Em poucas palavras: toda pessoa que entra em sua vida é um professor. Por mais que o atormente, ela o ensina, porque mostra onde estão os seus limites. Andrew Matthews, no livro "Siga seu coração"

Conhecimento e riqueza

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Num reino distante, certo dia um jovem que entrou na floresta, disse a seu mestre espiritual: "Quero possuir riqueza ilimitada para poder ajudar o mundo. Por favor, conte-me, qual é o segredo para se gerar abundância?" O mestre respondeu: "Existem duas deusas que moram no coração dos seres humanos. Todos são profundamente apaixonados por essas entidades supremas. Mas elas estão envoltas num segredo que precisa ser revelado, e eu lhe contarei qual é." E, com um sorriso, prosseguiu: "Embora você ame as duas deusas, deve dedicar maior atenção a uma delas, a deusa do Conhecimento. Persiga-a, ame-a, dedique-se a ela. A outra é a deusa da Riqueza." "Mas, por que devo dar mais atenção a uma delas?", quis saber o jovem. "Porque quando você dá mais atenção à deusa do Conhecimento, a deusa da Riqueza – extremamente enciumada – faz de tudo para receber o seu afeto. Assim, quanto mais você busca o Conhecimento, mais a Riqueza quer se entregar a você. Ela o seguirá para onde você for e jamais o abandonará; assim a riqueza que você deseja será sua para sempre". Existe poder no conhecimento, no desejo e no espírito, e esse poder que habita em você é a chave para a criação da prosperidade. Deepak Chopra, em "Criando Prosperidade"

Saber Esperar



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Saber Esperar

Saber esperar é simplesmente dar tempo ao tempo; investir no tempo e não corromper o tempo, esperando que ele faça a sua parte. Pela inércia prolongada, nossa mente estagnou-se no tempo e no espaço, tornando-nos seres desatualizados e omissos.

O saber esperar é ter paciência com tudo e com todos, sem jamais parar. Nossos novos movimentos vão trazendo novas amizades, novos caminhos vão se abrindo, nossa perspectiva de vida se amplia e encontramos soluções jamais imaginadas. O tempo é necessário para o amadurecimento das nossas atitudes e os resultados serão novos pontos de partida para o nosso crescimento, que é infinito. É infalível.

Os resultados positivos do “saber esperar”:

- desenvolve a continuidade: tudo terá começo, meio e fim;

- desenvolve a serenidade;

- expande os sentidos e a consciência;

- torna a vida mais produtiva.

Saber esperar será a virtude primeira no homem do futuro.
Paulo Zabeu, no livro "Cinco regras para vencer seus limites

Seres Dimensionais



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Os Dimensionais e a sua história:


Há 400 milhões de anos atrás seres extraterrestres altamente evoluídos se interessaram em vir ao planeta Terra. Algumas raças foram autorizadas a vir, ficando cada uma na região da Terra que primeiramente tiveram contato e exploraram. As cinco primeiras raças que vieram para a Terra foram Orion, Plêiades, Antares, Pégasus e Siriús. Muitas outras raças depois disto começaram a visitar o planeta. Os que primeiramente exploraram a Terra eram seres importantes no planeta deles, eram extraterrestres com uma tecnologia muito avançada, que tinham contato direto com seres divinos e energias cósmicas. Puros de coração e de alma.

Completado este período, os líderes deveriam retornar ao seu local de origem levando todos os seus descendentes.

Até então conseguiam sobreviver mais ou menos 8000 anos. Não envelheciam e tinham um controle sobre seu campo vibracional.

No decorrer dos tempos, devido à freqüência da terceira dimensão (a qual nosso planeta se encontra), os descendentes dos descendentes destes líderes não tinham o mesmo padrão de consciência e foram perdendo aquela fraternidade, harmonia e aquele consciente coletivo (pelo bem de todos). O poder e o ego superaram e prevaleceram, esqueceram-se da promessa do seu resgate e da sua origem.

Houve uma mudança geral: sentimentos que eram puros acabaram se tornando negativos por causa do poder e devido à ambição da exploração mineral, vegetal, animal, etc. As guerras entre povos aumentavam cada vez mais em todos os pontos do planeta, prevalecendo à lei do mais forte, sendo que assim acabou todo conhecimento.

Passados 2000 anos, os líderes regressaram para o resgate prometido, mas encontraram os seus descendentes tomados por sentimentos negativos. Então resolveram aqui deixa-los, mais uma vez, tentando conscientiza-los da necessidade de mudanças, para serem resgatados quando tivessem uma pureza na alma e no coração (foi por causa deles que se iniciou isso, eles também tem a missão de ajudar a consertar).

Cada descida no planeta Terra ficavam no máximo sete horas para não perder a memória cósmica, pois após este período a energia densa cobriria todas as camadas da aura, tornando-os inconscientes.

Encarnariam na Terra, novamente como humanos, contribuindo para a evolução espiritual dos Seres que aqui estavam, resgatando em todos o amor e a sua ligação com a Energia Divina. E assim, milhares de seres dimensionais encarnaram sabendo que a densidade deste planeta os colocaria em um "adormecimento" de suas lembranças cósmicas, sendo este um dos "desafios" a serem vencidos, teriam que recordar novamente quem eram, de onde vieram, e o que se propuseram a fazer aqui.

Então graças ao criador estes dimensionais tiveram uma última chance. Na primeira etapa, em 13000 A .C., foi enviado para o planeta o primeiro grupo de dimensionais (666 mil). Estes Seres recém chegados, ao se encarnarem aqui, perderam totalmente a consciência do seu compromisso e se misturaram aos outros, esquecendo completamente quem eram e o que vieram fazer aqui.

Os Seres que monitoravam suas ações decidiram mandar um segundo grupo, para que pudessem cooperar com o primeiro em sua missão.

Desta forma, o segundo grupo (666 mil), vieram em 6000 A.C., chegando aqui com o propósito de não só ajudar os terráqueos, mas também de despertar os primeiros dimensionais que aqui estavam.

Decidiram que um terceiro grupo viria (666 mil), chegando em 4004 A.C., época de transição de ciclos, e por isso não despertaram.

Nesse grupo, cada um dos Seres receberiam uma placa, denominada de arquivo cósmico, onde estariam gravados dados da sua história, desde o seu ponto de origem no universo ao seu compromisso aqui na Terra. Esses arquivos só poderiam ser entregues cada um ao seu dono, e a tocá-lo teria um choque de consciência, despertando dessa maneira as lembranças que dariam um novo sentido à sua vida neste planeta.

Para auxiliar e dar apoio a esse 3° grupo foi escalado um 4° grupo, com alteração vibracional em seu campo energético facilitando o despertar (144 mil).

Os Extras e Especiais são os 144.000 da Bíblia, ou seja, os integrantes das 12 Tribos de Israel. Ambos possuem uma maior capacidade mental e extra-sensorial que facilita o despertar dos outros grupos. São pessoas que têm facilidade de comunicação e persuasão, de proferir palestras, orientar as pessoas, têm liderança no geral. Possuem uma capacidade extra-sensorial bastante desenvolvida. Fazem parte do grupo de pessoas que vieram com a missão de conscientizar as outras pessoas aqui na Terra até 2014. Diferem das pessoas normais pela percepção extra-sensorial, telepatia, vidência, intuição, etc.
Fonte: seres dimensionais

A auto-imagem que você tem agora

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A Auto-imagem Que Você Tem Agora


Está na hora de cavar um pouco mais fundo e descobrir de que maneira você se vê. A chave que abre a porta de seu potencial é descobrir o que você aprendeu a pensar e sentir a respeito de si mesmo. Com essa descoberta vem a capacidade de mudar seu modo de pensar e comportar-se e de escolher um novo, que resultará em sentimentos mais positivos a respeito de si próprio.

O que a pessoa pensa sobre si determina tudo o que ela diz, faz, acredita e sente. Se você acredita que não é fisicamente atraente, seu mundo exterior confirmará essa crença. Em outras palavras, você notará e coletará provas para sustentar sua convicção, como críticas à sua aparência; e, ao mesmo tempo, rejeitará ou ignorará tudo o que não a reforce, como, por exemplo, um elogio.

A única maneira de mudar esse condicionamento é a decisão de anular pensamentos e convicções limitadoras, adquiridas no passado. Depende só de você levar uma vida de limitações convencionais e potencial restrito; ou outra diferente, plena de oportunidades ilimitadas e infinitas possibilidades. Sua auto-imagem não é fixa e imutável. Portanto, decida melhorá-la ao mais alto grau, porque essa é uma escolha que você tem. Além de ter uma escolha, você tem a capacidade para realizá-la.

Fiona Harrold, no livro "Seja o treinador de sua vida"

Você não tem um caminho definido

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Você não tem um caminho definido

Há pessoas que a cada momento estão com um projeto novo. Uma hora é uma consultoria; no mês seguinte, uma franquia; depois de algum tempo dizem que vão trabalhar na empresa do pai, só que no ano seguinte decidem fazer um curso para virar massagistas de shiatsu... Pessoas assim, a toda hora estão com uma nova idéia completamente diferente da anterior. Apaixonam-se pela nova idéia, mas não se apaixonam pelo trabalho. Envolvem os outros em seus projetos, mas no fim das contas desistem com a mesma impulsividade com que se lançaram àquela idéia. São os chamados “fogos de palha”. Produzem uma chama inicial que enche os olhos, mas que rapidamente se transforma apenas em cinzas.

É muito complicado levar essas pessoas a sério, pois elas dão a impressão de não saber o que querem da vida. Essa atitude – de atirar para todos os lados – demonstra que elas não sabem que caminho querem realmente seguir. E, na ânsia de encontrar uma saída, arrumam mais problemas para si mesmas e – o que é pior – para os outros também. Alguém já disse que, quando não se sabe para onde ir, nenhum caminho vai servir... Pessoas que não sabem que caminho querem seguir se lançam em novos projetos sem pensar e acabam perdendo a credibilidade... Amigos e possíveis parceiros de negócios não as escutam mais com carinho e respeito. E o que é pior: elas mesmas já não se levam a sério! Esse talvez seja o pior de todos os males que alguém que não concretiza os projetos que inicia tem de enfrentar: voltar a confiar em si mesmo, uma vez que uma série de derrotas abala a auto-estima... Então, antes de se envolver em um novo projeto, é preciso olhar dentro de si mesmo e ver se esse é realmente o caminho que o seu coração indica.

Se esse for o seu caso, chegou o momento de parar para saber o que você quer da vida. Seja sincero consigo mesmo e humilde para – se for o caso – procurar ajuda profissional, a fim de que sua próxima decisão seja realmente para valer... E lembre-se: fogo de palha não cria calor consistente.

Roberto Shinyashiki no livro "O poder da solução"

Nada como o tempo

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Nada como o tempo

Seu José passou a vida toda trabalhando na lavoura para sustentar e dar estudo ao filho. Os anos se passaram e sua esposa veio a falecer; sozinho, foi morar com seu filho - agora advogado, casado e com dois filhos.

Certo dia, vendo que o casal discutia, seu José ouviu a moça dizendo que não suportava mais a presença do “velho” na casa. O filho, para pôr um fim no conflito com a esposa, disse que iria resolver o problema. Abriu o guarda-roupa, pegou algo e saiu do quarto em direção ao pai, dizendo:

- Infelizmente, o senhor não pode mais permanecer nesta casa. Vá embora e leve este cobertor.

Seu José, sem entender o que estava acontecendo e um pouco desnorteado, pegou o cobertor das mãos do filho e saiu andando sem rumo.

Seu neto mais novo, vendo aquela cena, foi atrás do avô, dizendo:

- Vovô, você pode dividir esse cobertor comigo e me dar um pedaço?

Seu José, sem entender o que o menino estava pensando, rasgou o cobertor ao meio e deu a outra parte ao neto, que saiu correndo em direção à casa.

O pai do menino, vendo que ele voltara com uma parte do cobertor, perguntou:

- Pra que você pegou este pedaço de cobertor, meu filho?

O menino respondeu:

- Um dia, quando o senhor ficar velho, papai, e for morar comigo, eu quero também dar este cobertor para o senhor levar.

Cuidado para não deixar que as suas intenções e atitudes para com as pessoas que estão à sua volta sejam exatamente aquilo que você não deseja para si mesmo. Reflita se isso pode ser mudado, para que o mesmo não aconteça com você
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Diabetenet

Sinal dos tempos

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Sinal dos tempos

Não posso acreditar que fizemos isso. Olhando para trás, é duro acreditar que estejamos vivos até hoje.

Nós viajávamos em carros sem cintos de segurança ou air-bag. Não tivemos nenhuma tampa à prova de crianças em vidros de remédios, portas ou armários, e andávamos de bicicleta sem capacete, sem contar que pedíamos carona.

Bebíamos água direto da mangueira, e não da garrafa. Nós gastamos horas construindo nossos carrinhos de rolimã para descer ladeira abaixo, e só então descobríamos que tínhamos esquecido dos freios. Depois de colidir com algumas árvores, aprendemos a resolver o problema.

Saíamos de casa pela manhã e brincávamos o dia inteiro, só voltando quando se acendiam as luzes da rua. Ninguém podia nos localizar, pois não havia telefone celular.

Nós quebramos ossos e dentes, e não havia nenhuma lei para punir os culpados. Eram acidentes. Ninguém para culpar, só a nós mesmos. Nós tivemos brigas e esmurramos uns aos outros, e aprendemos a superar isto.

Nós comemos doces e bebemos refrigerantes, mas não éramos obesos. Estávamos sempre ao ar livre, correndo e brincando. Compartilhamos garrafas de refrigerante e ninguém morreu por causa disso.

Não tivemos Playstations, Nintendo 64, videogames, 99 canais a cabo, filmes em vídeo, surround sound, celular, computadores ou Internet. Nós tivemos amigos. Nós saíamos e os encontrávamos. Íamos de bicicleta ou caminhávamos até a casa deles e batíamos à porta. Imagine tal coisa! Sem pedir permissão aos pais, por nós mesmos! Lá fora, no mundo cruel! Sem nenhum responsável!

Como fizemos isso?

Nós fizemos jogos com bastões e bolas de tênis.

Nos jogos da escola, nem todo mundo fazia parte do time. Os que não fizeram, tiveram que aprender a lidar com a decepção.

Alguns estudantes não eram tão inteligentes quanto os outros. Eles repetiam o ano! Que horror! Não inventavam testes extras.

Éramos responsáveis por nossas ações e arcávamos com as conseqüências. Não havia ninguém que pudesse resolver isso. A idéia de um pai nos protegendo, se desrespeitássemos alguma lei, era inadmissível! Eles protegiam as leis! Imagine só isso!

Esta geração produziu alguns dos melhores compradores de risco, criadores de soluções e inventores. Os últimos 50 anos foram uma explosão de inovações e novas idéias.

Tivemos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade, e aprendemos a lidar com isso.

Você se identificou com tudo isso? Parabéns: você sobreviveu à felicidade!
Diabetnet

Talvez mudando de cidade eu possa recomeçar

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Quantas vezes você não pensou nessa “solução mágica”? Você está errado. E sabe por quê? Porque geralmente o melhor lugar para recomeçar é onde você está; porque ao mudar-se, levará consigo seu modo de pensar, seus hábitos – e é justamente isso o que molda a sua vida... Outras pessoas acham que se pudessem ir para o Tibete, talvez descobrissem o sentido da vida.. Outro erro!

Pode até parecer romântico descobrir o sentido da vida num país distante, mas a “iluminação” no Tibete é boa para os tibetanos! Para a maioria de nós, o sentido da vida se encontra provavelmente no próprio bairro em que moramos... Por isso, para realizar as mudanças que necessitamos, a única maneira de vencer o medo que elas provocam é enfrentá-lo.

Como sempre atraímos as experiências educativas de que estamos precisando, também atraímos com muita freqüência as experiências que tememos. Portanto, se você morre de medo de contrair dívidas, tem muita chance de contraí-las às pencas. Se receia a solidão, vai atraí-la. Se teme ficar sem jeito, acaba com a cara no chão. É assim que a vida nos estimula a crescer. Ou seja: cada um de nós é uma causa. Nossos pensamentos atraem e criam circunstâncias. Quando mudamos, atraímos circunstâncias diferentes...

A vida é assim. Somos atingidos por pedrinhas – uma espécie de aviso. Se não fizermos caso, vem a tijolada. Se não ligarmos para ela, acabamos esmagados por um rochedo. Sendo sinceros, podemos ver onde foi que fechamos os olhos para o aviso.

Andrew Matthews no livro "Siga seu coração

O poder da simplicidade

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O poder da simplicidade

As coisas simples são as mais poderosas. Qualquer um pode sugerir uma solução complicada para um problema, porém, o verdadeiro gênio é capaz de encontrar uma solução simples e elegante.

Para adquirirmos aptidão para a simplicidade, devemos experimentar a vida de forma direta. Devemos procurar o verdadeiro sentido das coisas e não complexos significados ocultos. Para podermos experimentar o sereno poder da simplicidade, devemos aquietar a ira, a inveja, o remorso, a preocupação e a decepção.

A simplicidade vive na beleza e na honestidade. A simplicidade pode envolver o mundo inteiro, sem ser consumida por ele. Aceite as coisas como elas são e você alcançará o poder da simplicidade.

Autor anônimo

sabedoria

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Sabedoria



Meu coração e minha língua fizeram um trato: quando meu coração estiver enfurecido, minha língua guardará silêncio.

As palavras respondem aos sentimentos, e os sentimentos às idéias. Por isso, é impossível dominar nossas palavras se não somos senhores de nossos sentimentos; e estes sentimentos irão se acalmando segundo a força de nossas idéias.

A um coração que não se domina, responderão palavras violentas e ferinas; a um coração fechado em si, sucederão palavras e atitudes que depreciam os demais.

Por conseguinte, calarei quando meu coração não estiver sossegado e em calma; não falarei, pois seguramente me arrependerei do que disser ou, pelo menos, do modo como o disser, ou do momento em que o disser.

Se em geral o coração não costuma ser bom conselheiro, menos o será quando não estiver em paz e não se sentir senhor de si mesmo.

Armando Ettore
Diabetenet

Infinitos caminhos podem levar ao mesmo lugar

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Quando eu era criança, meu pai me levou até um morro da cidade de Santos, onde cresci. Lá de cima pude observar a praia de um lado, o centro da cidade de outro, o bairro onde morávamos e vários outros lugares bonitos. Feliz por estar ali, perguntei a meu pai por que viemos por um determinado caminho. Ele respondeu: “simplesmente porque escolhemos este caminho”.

Insistente, questionei se o caminho escolhido era melhor do que os outros. Meu pai, então, explicou que para nós, era o melhor caminho; mas para pessoas que vivem em outro lugar da cidade o melhor caminho era outro. Naquele dia aprendi que existem diversos caminhos para se chegar ao mesmo lugar. E que não existe um caminho ideal para todo mundo; isso depende de onde cada um está.

Por isso sofremos quando pretendemos ser donos da verdade. Achamos que nosso caminho é o único possível, inclusive para os outros. Não percebemos que cada pessoa vem de um lugar diferente.

O caminho que para um é curto e agradável, para outro não tem lógica, é demorado e cansativo... Por isso, nunca esqueça: os caminhos são tão diferentes quanto o número de pessoas que existem no planeta!

Roberto Shinyashiki, no livro "O sucesso é ser feliz"